A arrepiante oração escrita pela mulher que está no corredor da morte por ser católica

Asia Bibi © YouTube

Ela vive há 3.000 dias no inferno à espera do enforcamento – mas ainda tem forças e fé para rezar ao Cristo Ressuscitado

A católica paquistanesa Asia Bibi foi jogada na prisão em 14 de junho de 2009, sob a acusação, mundialmente questionada, de “ter blasfemado contra o islã”. Casada e mãe de 5 filhos, ela foi condenada, um ano depois, a nada menos que o enforcamento! Desde 2013, após duas transferências de presídio, Asia Bibi fenece em uma das três celas sem janelas do corredor da morte de Multan, no Punjab. Em 2017, passados mais de 3.000 dias e noites de angústia, solidão e terror inimagináveis, ela ainda aguarda o veredito final.

Do inferno em que é mantida presa à sombra do horror de não saber o dia nem a hora em que a sua vida pode ser extirpada de modo aberrantemente cruel e injusto, ela escreveu esta prece a Jesus Cristo:

Senhor Ressuscitado, permite que a tua filha Asia ressuscite contigo.

Rompe as minhas correntes, liberta o meu coração para além destas barras e acompanha a minha alma, para estar perto das pessoas que eu amo e sempre perto de ti.

Não me abandones no dia do tormento, não me prives da tua presença. Tu, que sofreste a tortura e a cruz, alivia o meu sofrimento. Sustenta-me perto de ti, Senhor Jesus.

No dia da tua ressurreição, Jesus, eu quero orar pelos meus inimigos, por aqueles que me feriram. Rezo por eles e te peço que os perdoes pelo mal que me fizeram.

Peço-te, Senhor, que retires todas as barreiras, para que eu alcance a bênção da liberdade. Peço-te proteção para mim e para a minha família.

Rezemos nós também por ela e demos-lhe apoio. Assim rezaremos e apoiaremos todos os cristãos perseguidos mundo afora, em meio aos seus sacrifícios inimagináveis para simplesmente serem fiéis Àquele em quem acreditam do fundo do coração.

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Esta mãe de 23 anos está “morta”! Mas eles colocaram o bebé nos seus braços… Um milagre aconteceu…

Quando os médicos colocaram o recém-nascido nos braços da mãe “morta”, o inimaginável aconteceu…

A americana Shelly Cawley está grávida e mal pode esperar para segurar a sua bebé nos seus braços. Mas o momento que a jovem de 23 anos e o seu marido, Jeremy, tanto esperavam, acaba por se tornar o seu pior pesadelo. Assim que Shelly entra em trabalho de parto, os médicos precisam realizar uma cesariana de emergência.

A pequena Rylan chega ao mundo completamente saudável. Porém, durante a cirurgia, um coágulo de sangue se desprende, bloqueando importantes artérias da sua mãe. Shelly entra em coma. “Os médicos tinham feito tudo o que podiam. Neste momento, eles estavam absolutamente certos de que Shelly não resistiria“, lembra Jeremy. “Ficas tão feliz quando o teu filho nasce… e, no momento seguinte, achas que vais ter que dizer adeus à tua esposa para sempre. Era como se eu estivesse anestesiado.“

Mas a enfermeira Ashley Manus tem, de repente, uma ideia genial: “Nós sabemos que, para um recém-nascido, o contato com a pele da mãe pode ser muito útil – então por que isso não funcionaria ao contrário?” Em seguida, os médicos pegam a na bebé e a colocam junto à mãe em coma. “Eu tinha esperanças de que Shelly ainda estivesse entre nós e que, ao sentir a filha e o seu coração, ela fosse despertada pelos instintos maternos“, explica a enfermeira. Mas assim que a bebé Rylan toca a sua mãe, ela continua a dormir pacificamente. “Nós fizémos cócegas nela e até demos alguns pequenos beliscões“, conta o pai Jeremy. “Estas tentativas duraram 10 minutos, até que ela deu um grito alto.”

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E o inacreditável acontece: “Vimos o monitor cardíaco mostrar um sinal de vida. Os gritos tinham trazido Shelly de volta. Minha esposa voltou para nós!“, lembra Jeremy com lágrimas nos olhos. Em seguida, a condição de Shelly ficou estável. Depois de uma semana, a jovem acordou completamente do coma e pode, finalmente, pegar sua bebé nos braços. “Olhei para o rosto de Rylan e pensei que ela era a bebé mais linda do mundo”, diz Shelly. “Eu sei que todas as mães dizem isso, mas nós duas passamos a ter uma conexão especial depois de tudo o que aconteceu.“

A pequena e fofa loirinha acaba de celebrar o seu 1º aniversário. “No ano passado eu lutei pela minha vida e este ano tenho uma filha maravilhosa com 1 ano de idade“, conta Shelley. “Quando ela crescer, eu vou-lhe dizer que ela salvou minha vida.“

Shelly e Jeremy Cawley não poderiam estar mais felizes com o pequeno milagre que salvou a vida desta jovem mãe. Que lindo final feliz! Se a história desta família também te emocionou, partilha.

Portugal – Crime de Alta Traição em preparação

Estou de acordo que acolhamos os verdadeiros refugiados, mas cuidadosamente, pois sabemos que entram por esse estatuto islâmicos terroristas. Vi uma estatística que mostrava como, nomeadamente os que vêm cometendo atentados nos vários países europeus, recebiam subsídios de inserção social, enquanto outros pregam nas mesquitas o ódio aos que chamam infiéis (sobretudo cristãos e judeus – como mandava Maomé no seu tempo), com ameaças de morte ao “ocidente” por ser cristão, dizem… Mais, já vimos pela TV e jornais manifestações nas praças europeias (como Londres, etc) com slogan´s e cartazes a dizerem isso. E, em nome da liberdade e da democracia, passam à vontade! Mas que dormitório se tornou esta Europa descristianizada…! É que essa gente não entende a democracia, nem a querem, mas aproveitam-se dela…
Parece estar a realizar-se a “profecia islâmica” de Kadafi: “A Europa foi islâmica e vai ser nossa  outra vez. Não vai ser com armas, mas com os filhos de nossas mulheres”…
Isto vem a propósito da notícia que recebi e reenvio, por me parecer oportuna.
A resposta a dar aos que querem construir Mesquitas em Portugal deveria ser como já alguns países o fizeram: “Deixamos construir as vossas mesquitas se nos vossos países deixarem construir as Igrejas cristãs”!
Claro que os nossos ateus e afins nos corredores do poder terão todo o interesse, para tentar minar sobretudo a Igreja Católica, facilitar ao máximo outras religiões e seitas, nomeadamente o islamismo, a pretexto de um diálogo inter-religioso – que em si é coisa boa, desde que seja em base de seriedade e de verdade…
O assunto é coisa séria de mais e não há margem para ingenuidade e distracções…Ver vamos.