No último momento de vida, este homem rico fez 3 pedidos… É incrível o que ele pediu…

No último momento que tinha de vida, mesmo no último minuto, este senhor que estava prestes a deixar-nos, fez três pedidos… Esses pedidos são realmente surpreendentes, deixando assim quem estava à sua beira, de boca aberta e completamente emocionados.

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1) Que o seu caixão foi carregado pelos melhores médicos da época.

2) Que os tesouros que ele tinha, fossem espalhados no caminho até ao túmulo.

3) Que as suas mãos ficassem de fora do caixão para todos verem.

Alguém assombrado perguntou o porquê destes pedidos.

Ele explicou:

1) Quero que os melhores médicos carreguem o meu caixão, para demonstrar que eles não têm poder de cura diante da morte.

2) Quero que o trajecto seja coberto com os minhas riquezas, para que todos possam ver que os bens materiais conquistados aqui, ficam aqui.

3) Quero as minhas mãos descobertas fora do caixão, de modo que as pessoas possam ver que nós viemos ao mundo de mãos vazias, sem nada, e ao morrer nada levamos…

“O TEMPO” é o tesouro mais precioso que temos, podemos ganhar mais e mais dinheiro, mas não tempo…!

O melhor presente que podes dar a alguém é o TEU TEMPO!!

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10 histórias sobre formas contemporâneas de escravidão

Lendo estas histórias, você provavelmente chegará à conclusão de que a escravidão não foi, de fato, abolida.

Cartões de crédito

João L. ganha o equivalente a cerca de 500 dólares por mês, mas tem alguns cartões de crédito que, juntos, acumulam 2 mil dólares em dívidas. Só de anuidade, João paga mensalmente 15% do seu salário, ou seja, 75 dólares.

Pagar gradualmente a fatura e deixar de pagar os juros da dívida não é uma possibilidade para João. Em primeiro lugar, ele é prisioneiro de algo chamado ’pagamento mínimo’: caso não o realize ao menos uma vez, então deverá viver apenas com metade do seu salário durante um ano (ou mais) e João simplesmente não pode permitir isso.

Por outro lado, o mundo no qual vive João é cheio de tentações. É tanta coisa que se pode comprar que ele não vê outra saída senão continuar deixando que os bancos ’engordem’ às suas custas. .

Um dado curioso: faz tempo que João sonha em abrir seu próprio negócio mesmo se a rentabilidade anual for de 30% ou menos. Mas para fazer isso, ele precisaria antes quitar a dívida. E, bem, ele não consegue pagar o que deve porque o sistema não o permite.

Automóveis

Carlos G. adora automóveis. Antes, ele usava transporte público, mas economizou para comprar um carro usado. No entanto, não se sentia bem com o automóvel e logo depois comprou um esportivo zero quilômetro financiado. Ele anda sem dinheiro e, às vezes, precisa cortar gastos importantes, como férias ou despesas médicas, mas Carlos não pode imaginar sua vida sem o seu carro.

Ele precisa pagar mensalmente o financiamento que fez para comprar seu automóvel novo, além dos custos com os acessórios vendidos pela concessionária e com o seguro, que é absurdamente caro. Precisa ainda lidar com vários pequenos problemas com estacionamento, arranhões na pintura, troca de óleo e pequenos reparos. Sem contar que enche o tanque de combustível 3 vezes por semana.

Carlos não reclama muito, pois crê que cada centavo investido em seu carrinho vale muito a pena. Acontece que, se ele calculasse quanto custa manter o seu tesouro, se daria conta de que seu amigo de quatro rodas consome um terço de seu salário e metade do seu tempo livre.

Carlos poderia ter comprado um carro usado em bom estado, ou mesmo um novo em versão econômica, para viver tranquilamente e não precisar pagar o seguro do financiamento (além do financiamento em si). Além disso, sairia muito mais barato fazer reparos caso aparecesse um arranhão ou um pouco de ferrugem, e não seria tão caro comprar peças de reposição. Sem falar que ele poderia ficar tranquilo por parar o carro praticamente em qualquer lugar sem medo de ter peças roubadas, e consertá-lo em qualquer oficina de bairro sem pagar muito nem precisar agendar atendimento.

Sim, ele poderia ter feito isso, mas se você disser a Carlos que ele tem um automóvel que não é compatível com sua renda, é capaz que ele lhe mande catar coquinhos. Ou então, pode ser que ele apenas levante as sobrancelhas, resmungue e faça uma cara de: ’você está louco’.

Pequenos gastos

Ivan H. trabalha como encanador em domicílio ganha o equivalente a 30 dólares aqui, 60 dólares ali e 15 dólares acolá. No fim das contas, isso deveria render um salário mensal bastante considerável, mas Ivan anda sempre com pouco dinheiro, apenas uns trocados no bolso e nada mais.

Por quê?

Porque Ivan gasta como ganha: sem contar. 15 dólares num táxi para casa, 30 para almoçar num restaurante. Como ele diz, ’trabalha, trabalha, mas não vê a cor do dinheiro’.

Se Ivan tivesse um pequeno caderno para anotar quanto recebe e quanto gasta, ficaria surpreso e à beira de um desmaio, pois perceberia que fazer refeições em restaurantes todos os dias não custa apenas 30 dolarezinhos por dia, e sim, um pouco menos que 8 mil dólares por ano (considerando que ele almoce em casa nos fins de semana). Além disso, Ivan veria que andar de táxi é cômodo e prático, mas se usasse ônibus e metrô durante dois meses, teria dinheiro para comprar o computador novo com que vem sonhando há tempos, e ainda sobraria dinheiro para roupa nova. Mas, como todo escravo do sistema, Ivan não consegue controlar seu dinheiro.

Casamentos e aniversários

Lúcia P. está para se casar. Ela trabalha como assistente de contabilidade e seu noivo é técnico junior em manutenção. O orçamento da nova família gira em torno do equivalente a 800 dólares por mês.

O casamento vai custar 9 mil dólares.

Não seria melhor que Lúcia e seu noivo fossem tranquilamente a um cartório, se casassem e celebrassem a união em algum restaurante bonito e romântico? Para que você precisa de um mestre de cerimônias, uma orquestra ao vivo, uma multidão de bêbados e colegas de trabalho que nem sabiam que ela existia?

Para que se afundar em dívidas, arruinar os próprios pais e alimentar pessoas que, sejamos sinceros, podem comer por conta própria? Lúcia não é boba e sabe que, se não celebrasse seu casamento, ninguém lhe daria a menor importância, dariam de ombros e esqueceriam no dia seguinte.

Os motivos de Lúcia para torrar o orçamento anual de sua nova família são dois: primeiro, é o que manda o sistema de tradições e costumes; segundo, Lúcia quer exibir a todos seu vestido branco e acha que o equivalente a um ano de trabalho de duas pessoas é um preço justo para aproveitar durante algumas horas e tirar algumas fotos para guardar de lembrança.

É claro que os defensores da ingênua garota poderiam dizer que o casamento é algo que só acontece uma vez na vida, mas no fim das contas há também aniversários, velórios, festas de Ano Novo, etc. Quanto dinheiro Lúcia irá gastar todos os anos com essas celebrações?

Álcool

Fernando M. se olha no espelho com frequência e pensa que já é hora de entrar numa academia, perder a barriguinha de cerveja e tonificar os músculos fazendo um pouco de exercício físico. Por outro lado, ele trabalha cinco dias por semana e, depois do trabalho, sempre toma alguns copos de cerveja.

Não que ele seja alcoólatra. Fernando acha que o álcool, em pequenas doses, se não faz um grande bem para a saúde, pelo menos não causa nada de ruim.

Assim, o trabalho e o álcool ocupam seus dias de tal maneira que não tem tempo de se inscrever na academia, e nem lhe restam forças para fazer algo além de tomar uma cervejinha depois do trabalho.

Não há nenhuma razão convincente para fazer com que Fernando mude de vida. A única, claro, é o fato de ele se sentir 15 anos mais velho do que é e de se sentir mal o tempo todo. Mas, de maneira geral, está tudo ok. O sistema prendeu Fernando com uma luva de aço, e as possibilidades que ele tem de se soltar são, digamos, muito pequenas.

Publicidade

Helena F. bebe Coca-Cola, fuma Marlboro, masca gomas Trident e adora os hambúrgueres do McDonald’s. Ela está sempre usando o último perfume da Dolce & Gabbana, e carrega seu iPhone dentro de sua bolsa Louis Vuitton.

Helena acha — ou melhor — tem a certeza de que a publicidade não causa nela nenhum efeito. Seus quilos a mais e dinheiro a menos são coisas que ela escolheu.

As garras predadoras da televisão apoiam a ingênua Helena: “Você, querida, é uma mulher livre, inteligente, independente e bonita, sempre toma suas próprias decisões e ninguém pode lhe dizer a quem de nós você irá trazer obedientemente o seu salário. Como você é livre!”

Objetos caros

Jorge R. não é rico o suficiente para comprar coisas baratas. Na verdade, de rico ele não tem nada. Jorge é um ’liso’, que frequentemente não tem dinheiro nem para comprar um café na máquina presente em seu escritório.

Mesmo assim, não sabe como dizer a si mesmo: ’esqueça, é muito caro e você não pode pagar’. Por isso, ele está sempre comprando coisas que o fazem parecer mais endinheirado do que é na realidade. Um casaco de couro que custa dois meses do seu salário? Bem, Jorge não é tão rico para comprar coisas baratas, e não importa que ele não faça ideia do que lhe cai bem e o que não. Por isso, ele compra o casaco, e quando o usa, sente-se como um girino dentro de uma meia.

“O último lançamento da informática em forma de um computador que custa 1.500 dólares? Claro! Eu não sou tão rico para comprar coisas baratas: faço um empréstimo com juros exorbitantes, comerei arroz com ovo durante dois meses e andarei pendurando no ônibus lotado, mas terei meu laptop prateado em casa para que fique acumulando poeira e que eu possa entrar no Facebook”, diz Jorge.

Nós poderíamos perguntar: por que ele não baixa um pouco o nível de exigência consigo mesmo e compra coisas que são igualmente úteis, mas que custam 10 vezes menos?

A resposta é muito simples: Jorge tem preguiça de passar algumas horas comparando preços e características, vantagens e desvantagens daquilo que planeja comprar. Para ele, é mais fácil agir como um galã de novela e dizer ’Eu decidi e vou comprar’. Além disso, se não levarmos em consideração que ele usa sapatos furados e óculos colados com fita adesiva, mas também um casaco de mil dólares, ele não tem a menor condição de chamar alguém de ’liso’.

Reformas

Claudia S. acha que os imóveis em seu país são muito caros, e só ela sabe quanto esforço foi necessário para que ela e sua família conseguissem comprar seu novo apartamento. Agora, Claudia está fazendo reformas.

Vamos usar a cozinha como exemplo:

É possível ir até uma loja de construção e comprar a cozinha mais econômica por, digamos, 400 dólares. Por este valor, Claudia compraria gabinetes simples feitos de aglomerado, sem grandes toques de design, mas que servem para guardar panelas e frigideiras.

Ela pode ir a outra loja, mais famosa, e escolher algo um pouco melhor se estiver disposta a pagar cerca de mil dólares. A qualidade, claro, não é nada de outro mundo, mas se contratar um bom marceneiro que faça um ajuste aqui e outro ali, terá armários decentes, talvez até bonitinhos.

Ela pode ainda visitar alguma fábrica de móveis e escolher uma cozinha sob encomenda. Isso custaria uns 4 mil dólares, mas suas amigas, isso sim, usariam suas línguas de serpente para elogiar a iluminação interior e os acabamentos.

Poderia também ir a uma loja de móveis italianos e sucumbir ao discreto encanto da burguesia. Os preços partem de 15 mil dólares, ou se tiver sorte, é possível encontrar algo da coleção anterior com um desconto considerável.

Nós poderíamos perguntar: por que diabos, tendo tantas opções, Claudia decidiu comprar uma cozinha de 10 mil dólares? Este valor é quanto o marido dela ganha em um ano (sim, um ano inteiro!). Além disso, sua família não consegue economizar e ela precisou fazer um empréstimo para tentar acabar a reforma antes do fim do ano.

Tudo bem, eu entendo que uma cozinha bonita é importante, já que é usada muito e por muito tempo. Entendo também que, se é italiana, é de qualidade, mas se Claudia não pode aumentar ao menos um pouco o preço do seu apartamento com semelhante melhora, poderia pelo menos pagá-la tranquilamente? É sério, se Claudia tivesse gasto 3.500 dólares em vez de 35 mil, não estaria mais tranquila, cozinhando e vivendo em um lugar digno, porém mais simples?

As reclamações

Ernesto P. sempre conta aos seus conhecidos uma história mais incrível que a outra: sobre crise econômica, algum político ou sobre protestos populares. Ernesto está sempre discordando. Para ele, sempre há alguém que não tem razão, seja seu chefe, o policial de trânsito ou os políticos.

É claro que vivemos em um país livre, e Ernesto tem todo o direito de irritar os seus amigos e encher a paciência dos outros com suas palavras, mas há um pequeno problema: o pobre Ernesto sempre anda sofrendo por problemas alheios, e é justamente esse costume de meter-se na vida dos outros que faz com que ele tenha essa sensação de impotência, pelo fato de saber que em algum lugar há algo de errado e ele não pode fazer nada a respeito.

Se alguém explicasse para ele que o mundo é um lugar injusto, e que a única maneira de melhorá-lo é começar por si mesmo, certamente o pobre Ernesto já ocuparia algum cargo de direção em sua empresa, pois ele é do tipo inteligente e cheio de energia.

Mas Ernesto, infelizmente, prefere gastar sua energia não criando nem desenvolvendo algo novo, mas julgando e condenando (ao menos mentalmente) aqueles que, segundo ele, não têm razão.

A família de Ernesto sabe que ele é uma pessoa muito capaz: capaz de fazer escândalos e ser cabeça dura, e até de brigar usando a força física, se for necessário. Os amigos olham para ele com tanta pena que já nem conseguem esconder, por ele ter essa ’habilidade’ de fazer uma tempestade num copo d’água, brigar e até mesmo ter problemas com a lei por coisas realmente ridículas.

A falta de sono

Ana C. dorme 5 horas por dia, às vezes até 4. A primeira coisa que ela faz ao abrir os olhos é tomar uma xícara de café. Depois, é hora de mergulhar na agitação até altas horas da noite!

Outra garota em seu lugar já teria dado conta há muito tempo de que algo não está, digamos, tão bem quanto deveria. Mas há anos Ana não dorme o suficiente, e há muito tempo ela sequer pensa no assunto. Quando tem algum tempo livre, toma outra xícara de café (ou alguma outra bebida energética) e fica passando o tempo: vê televisão, navega na Internet ou simplesmente fica encarando as paredes e pensando bobagens.

Aparentemente, sair do círculo vicioso é tão simples quanto entrar embaixo das cobertas à meia-noite e dormir o suficiente durante duas semanas (no mínimo). Se fizesse isso, Ana ficaria irreconhecível: se tranquilizaria, ficaria mais amável e deixaria de ser rude com as pessoas. Isso sem falar na melhora em seu rendimento no trabalho.

Maaaaas, para poder fazer isso, seria preciso ter um pouco de força de vontade e acabar de fazer tudo o que há para ser feito antes das onze da noite. A pobre (e sonolenta) Ana não é capaz de fazer algo assim.

Ela, que como sempre não dormiu o suficiente, irá desperdiçar algumas horas do seu dia em algo inútil, e por haver perdido tempo; não conseguirá ir para a cama antes das duas horas da manhã, tendo de acordar, como sempre, às 7h15, tomar seu café e correr para o trabalho. Dedicar um tempo para analisar a própria vida, tomar decisões que irão influenciar em seu futuro ou pensar em algo que lhe permita ter mais estabilidade econômica, então, nem pensar. Estes são apenas sonhos, e para sonhar é preciso dormir.

Fonte fritzmorgen

Esta mãe de 23 anos está “morta”! Mas eles colocaram o bebé nos seus braços… Um milagre aconteceu…

Quando os médicos colocaram o recém-nascido nos braços da mãe “morta”, o inimaginável aconteceu…

A americana Shelly Cawley está grávida e mal pode esperar para segurar a sua bebé nos seus braços. Mas o momento que a jovem de 23 anos e o seu marido, Jeremy, tanto esperavam, acaba por se tornar o seu pior pesadelo. Assim que Shelly entra em trabalho de parto, os médicos precisam realizar uma cesariana de emergência.

A pequena Rylan chega ao mundo completamente saudável. Porém, durante a cirurgia, um coágulo de sangue se desprende, bloqueando importantes artérias da sua mãe. Shelly entra em coma. “Os médicos tinham feito tudo o que podiam. Neste momento, eles estavam absolutamente certos de que Shelly não resistiria“, lembra Jeremy. “Ficas tão feliz quando o teu filho nasce… e, no momento seguinte, achas que vais ter que dizer adeus à tua esposa para sempre. Era como se eu estivesse anestesiado.“

Mas a enfermeira Ashley Manus tem, de repente, uma ideia genial: “Nós sabemos que, para um recém-nascido, o contato com a pele da mãe pode ser muito útil – então por que isso não funcionaria ao contrário?” Em seguida, os médicos pegam a na bebé e a colocam junto à mãe em coma. “Eu tinha esperanças de que Shelly ainda estivesse entre nós e que, ao sentir a filha e o seu coração, ela fosse despertada pelos instintos maternos“, explica a enfermeira. Mas assim que a bebé Rylan toca a sua mãe, ela continua a dormir pacificamente. “Nós fizémos cócegas nela e até demos alguns pequenos beliscões“, conta o pai Jeremy. “Estas tentativas duraram 10 minutos, até que ela deu um grito alto.”

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E o inacreditável acontece: “Vimos o monitor cardíaco mostrar um sinal de vida. Os gritos tinham trazido Shelly de volta. Minha esposa voltou para nós!“, lembra Jeremy com lágrimas nos olhos. Em seguida, a condição de Shelly ficou estável. Depois de uma semana, a jovem acordou completamente do coma e pode, finalmente, pegar sua bebé nos braços. “Olhei para o rosto de Rylan e pensei que ela era a bebé mais linda do mundo”, diz Shelly. “Eu sei que todas as mães dizem isso, mas nós duas passamos a ter uma conexão especial depois de tudo o que aconteceu.“

A pequena e fofa loirinha acaba de celebrar o seu 1º aniversário. “No ano passado eu lutei pela minha vida e este ano tenho uma filha maravilhosa com 1 ano de idade“, conta Shelley. “Quando ela crescer, eu vou-lhe dizer que ela salvou minha vida.“

 

Shelly e Jeremy Cawley não poderiam estar mais felizes com o pequeno milagre que salvou a vida desta jovem mãe. Que lindo final feliz! Se a história desta família também te emocionou, partilha.

BELA HISTÓRIA DE VIDA, AJUDA HOJE PORQUE, AMANHÃ PODES PRECISAR TAMBÉM

Certo dia, uma mulher avistou um mendigo,

sentado numa calçada na Rua..
Aproximou-se dele, e como o pobre coitado, já
estava acostumado a ser chacoteado por
todos, a ignorou..
Um policia, observando a cena , aproximou-
se :
– Ele está a incomodar a senhora?
Ela respondeu:
– De modo algum – eu é que estou tentando
levá-lo até aquele restaurante, pois vejo que
está com fome e até sem forças para se
levantar. O senhor Policia ajuda-me a levá-lo
até ao restaurante?
Rapidamente, o policia a ajudou, e o pobre
homem, mesmo assim, não querendo ir, pois,
não acreditava que isso estava a acontecer!
Chegando ao restaurante, o garçom, que foi
atendê-los, disse sem pestanejar :
– Desculpe Senhora, mas ele não pode ficar
aqui.. Vai afastar os meus clientes!!!
A mulher abaixou e levantou os olhos e disse:
– Sabe aquela enorme empresa ali em frente?
Três vezes por semana, os diretores de lá
juntamente com clientes, vêm fazer reuniões
neste restaurante, e sei que o dinheiro que
deixam aqui, é o que mantém este
restaurante . Pois é, eu sou a proprietária
daquela empresa. Posso fazer a refeição aqui,
com o meu amigo.. ou não?
O garçom fez um gesto positivo com a
cabeça, o policia que estava de longe
observando ficou boquiaberto, e o pobre
homem, deixou cair nesse momento, uma
lágrima de seus sofridos olhos.
Quando o garçom, se afastou, o homem
perguntou:
– Obrigado Senhora, mas não entendo esse
gesto de bondade.
Ela segurou nas suas mãos , e disse :
– Não se lembra de mim, João ?
– Me parece familiar – respondeu – mas não
me lembro de onde.
Ela, com lágrimas nos olhos, disse:
– Há algum tempo atrás, eu recém formada,
vim para esta cidade… Sem nenhum dinheiro
no bolso… Estava com muita fome… Sentei-
me naquela praça, aqui em frente, por que
tinha uma entrevista de emprego naquela
empresa, que hoje é minha. Quando se
aproximou de mim, um homem, com um olhar
generoso. Lembra-se agora João?
Ele, em lágrimas, afirmou que sim.
– Na época , o senhor trabalhava aqui.
Naquele dia, fiz a melhor refeição da minha
vida, pois estava com muita fome, e até sem
forças. Toda hora, eu olhava para o senhor,
pois estava com medo de prejudicá-lo , pois
estava ali a comer de graça. Foi quando ví, o
senhor a tirar dinheiro do seu bolso e colocar
na caixa do restaurante. Fiquei mais aliviada.
E sabia que um dia poderia retribuir.
Alimentei-me, fui com mais forças para a
minha entrevista.
Na época, a empresa ainda era pequena…
Passei na entrevista, especializei-me, ganhei
muito dinheiro, acabei comprando algumas
acções da empresa, e com o passar do tempo,
fiquei a proprietária, e fiz a empresa ser o que
ela é hoje.
Procurei pelo senhor, mas nunca o encontrei…
Até que hoje, o vi nessa situação. Hoje, o
senhor não dorme mais na rua! Vai comigo
para a minha casa… Amanhã, compraremos
roupas novas, e o senhor vai trabalhar
comigo!
Se abraçaram, a chorar.
O policia, o garçom e as demais pessoas, que
viram essa cena, emocionaram-se diante da
grande Lição de vida, que tinham acabado de
presenciar!!!
MORAL DA HISTÓRIA:
Hoje sou eu a precisar . . . amanhã podes ser
Tu !
Faz sempre o BEM… Um dia ele retornará em
dobro para Ti !
Compartilha e faz com que os teus amigos
APRENDAM algo importante!

Ela andava cansada que o marido trabalhasse até tarde… um dia descobriu isto na sua roupa suja…

Jonna Miller é uma esposa, uma mãe e uma escritora de blogues. Recentemente ela revelou um momento chocante que teve em casa enquanto o marido estava a trabalhar. Ela estava doente e cansada que o marido trabalhasse até tarde e longe da família, mas tudo fez sentido um dia enquanto lavava a roupa.

 

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Isto foi o que Jonna escreveu sobre esse momento:

“É uma coisa linda, não é? Encontrar o homem dos nossos sonhos, começar a passar o resto da nossa vida com ele e viver a nossa fantasia de infância de um “felizes para sempre”. Pelo menos é o que tenho lido em contos de fadas. Mas, eu não me lembro do príncipe no conto de fadas ter as mãos rachadas e cheias de calos antes dos 30. Não me lembro do Príncipe faltar a jantares porque estava a trabalhar o tempo todo ou ir para a cama pouco depois de chegar a casa por estar tão exausto. Eu não me lembro de nada disso.

Estou casada com um homem que trabalha duro e eu estaria a mentir se dissesse que isso não me afecta. Às vezes, ele volta para casa muito depois das 5h e eu fico ao pé da porta para lhe poder gritar “disseste que ias a estar em casa às 5!”

… Como se ele preferisse estar a trabalhar do que passar tempo comigo e com a nossa filha. Tornei-me irracional. Vou contra o meu melhor julgamento e deixo que a minha boca fale antes de pensar. Eu sei que o estou a colocar numa situação impossível. Ele literalmente não pode ganhar. Se ele não trabalhar até tarde, eu não terei o novo conjunto de mobiliário que TENHO que ter. Se ele trabalha até tarde, ele chega a casa para uma esposa irritada que está desesperada pela atenção dele. Eu sou tão egoísta no nosso casamento e tenho consciência disso. Mas, de vez em quando tenho os meus momentos “Ahaha” e isso dá-me uma sensação de compreensão. Exceto, este momento, este momento foi diferente dos outros e mudou tudo para mim.

Era uma quarta-feira à noite e o meu marido trabalhava até muito mais tarde do que me tinha dito. O jantar dele já estava frio, eu coloquei-o no frigorífico e sentei-me no chão com a nossa filha. Nós brincamos com bonecas e lê-mos alguns livros, mas na minha mente tudo o que eu estava a pensar era “Ele vai ouvir das boas quando chegar a casa”. Eu ouvi a máquina de secar roupa a parar e, ao invés de dar-lhe outra volta para evitar dobrar a roupa como é meu hábito, decidi não fazer nada disso.

Eu tirei as roupas da máquina e atirei-as sobre a mesa da cozinha. Comecei a dobrar, pensando: “Porque é que ele não quer passar tempo comigo? Nós somos recém-casados, não é suposto estarmos na fase de lua de mel ??”

Este tipo de pensamentos estão a consumir-me, agora tenho dois montes de roupas, as minhas roupas e as roupas dele. Olhei para as minhas roupas e vi-as tão vibrantes, limpas e novas? As dele estavam sujas, manchadas e rasgadas. Eu parei de dobrar e fiquei ali, a pensar.

Este homem dá-me mais do que o que eu mereço. Se eu lhe disser que quero algo, muito raramente me vai dizer não. Comecei a sentir um enorme sentimento de culpa e vergonha. Não pude deixar de sentir que falhei como esposa. Em vez de ser agradecida por ter um marido fantástico que cuida incrivelmente de mim e da nossa filha, eu espero que ele volte para casa discutir com ele. Eu sou mimada com os frutos do trabalho dele e ele anda com um par de cuecas rasgadas. Eu estava a agir como se ele estivesse a divertir-se com os amigos mas esta lavagem de roupa ‘contou-me’ uma história completamente diferente.

As mãos dele são estão ásperas. Eles tem bolhas e rachaduras. As roupas dele estão rasgadas, manchadas e sujas. No entanto, ele não se importa. O coração dele fica repleto quando chega a casa e a nossa filha corre até ele animadamente gritando “PAPA”!

Os sonhos dele tornaram-se realidade ao ser um homem de confiança e ser capaz de sustentar a sua família. Ele tem tudo o que sempre quis na vida …

Estou a trabalhar para ser mais branda com ele e uma esposa melhor. Claro que , eu sinto falta dele e quero passar mais tempo com ele durante a semana, mas percebi que ele me oferece a mais bonita forma de amor que existe … ele trabalha para dar à nossa família tudo o que precisamos. Ele trabalha para que não lhes falte nada à esposa e à filha, mesmo que às vezes eu seja um pouco ‘azeda’ com ele.

Se tens um marido na tua vida que trabalha e não sabes o quanto ele te ama …

Lava-lhe a roupa! “

Estas palavras são realmente significativas, é uma maneira forte de ver as coisas e esperemos que isto ajude a criar melhores relacionamentos e casamentos.