Um grupo de mulheres

Um grupo de mulheres reuniu-se num seminário sobre como melhorar a sua vida conjugal.

Em fase introdutória, foi-lhes questionado: “Quais de vós ainda amam os seus maridos?”

– Todas levantaram a mão!

De seguida foram inquiridas sobre qual a última vez que teriam dito aos seus maridos que o amavam.

– Algumas responderam “Hoje”, outras ;”Ontem” a maioria não se recordava!

Por fim fizeram um teste e pediram-lhes que todas agarrassem no respectivo telemóvel e enviassem um sms aos seus maridos dizendo “Amo-te muito Querido.”

Depois foi-lhes pedido que mostrassem as respostas dos respectivos Maridos.

Estas foram algumas das respostas:

– Mãe dos meus filhos! Tu estás bem?

– Que foi? Bateste com o carro outra vez?

– Que fizeste agora? Desta vez não te perdoo!

– Que queres dizer?

– Não andes com rodeios, diz-me só de quanto precisas.

– Estarei a sonhar?

– Se não me dizes para quem era este sms, juro que te mato!

E a melhor de todas:

– Quem és?

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“Bando” de miúdas

Num liceu no Porto estava a acontecer uma coisa muito fora do comum.

Um “bando” de miúdas de 12 anos andava a pôr batom nos lábios, todos os dias, e para remover o excesso beijavam o espelho da casa de banho. O Cons.Exec. andava bastante preocupado, porque a funcionária da limpeza tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao fim do dia e no dia seguinte lá estavam outra vez as marcas de batom. Um dia, um professor juntou as miúdas e a funcionária na casa de banho e explicou que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam e, para demonstrar a dificuldade, pediu à empregada para mostrar como é que ela fazia para limpar o espelho. A empregada pegou numa “esfregona”, molhou-a na sanita e passou-a repetidamente no espelho até as marcas desaparecerem.

Nunca mais houve marcas no espelho…

Há professores e educadores…

Três estudantes universitários

Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte. Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com o professor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou. Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste. O professor, que era uma pessoa justa, disse-lhes que fariam um
teste-substituição dentro de três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados. No terceiro dia, apresentaram-se para o teste e o professor disse-lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condições especiais, os três teriam que o fazer em salas diferentes. Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados, concordaram de imediato. O teste tinha 6 perguntas e a cotação de 20 valores.

Q.1 – Escreva o seu nome (0,5 valores)
Q.2 – Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foi há quatro dias atrás (5 valores )
Q.3 – Que tipo de carro conduziam cujo pneu rebentou (5 valores)
Q.4 – Qual das 4 rodas rebentou (5 valores )
Q.5 – Qual era a marca da roda que rebentou (2 valores)
Q.6 – Quem ia a conduzir? (2.5 valores)

Há professores do catano.

São muitos anos a virar frangos!!!!….

Na fila do supermercado

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer os seus próprias sacos reutilizáveis para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora.
“A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente”.
– O senhor está certo – responde a velha senhora – a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.
A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reutilização e  os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas o sr. está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebes eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bambaleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam as nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV era do tamanho de um lenço, não tinha um écran do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a electricidade.
Mas o sr. tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro ou o eléctrico e os meninos iam de bicicleta ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não quer abrir mão de nada e por acaso o sr. não pensa em viver um pouco como na minha época?

Maria Belém Ferreira de Almeida 31/12/1927 – 08/03/2015

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Seu filho e restantes familiares, na impossibilidade de o fazerem pessoalmente, como seria seu desejo, vêm, muito sensibilizados, por este meio agradecer a todas as pessoas das suas relações e amizade, bem como às da Dona Maria Belém que se dignaram assistir ao seu funeral e àquelas que de qualquer modo lhes manifestaram o seu pesar e os confortaram. Bem hajam. Um agradecimento também pela participação na Eucaristia em seu sufrágio no dia 13 de março, sexta-feira, pelas 18h00, na Igreja Paroquial de Queiriga. Seu filho, Padre Carlos Augusto Ferreira e Cunha

Seguindo o exemplo dos Estados Unidos …

À pergunta:

“Quer dizer que nós portugueses, assim como espanhóis e os gregos, não deveríamos pagar a dívida?”

Resposta de Noam Chomsky, Filósofo e Activista político norte americano:

“Bem, uma grande parte da dívida é aquilo que na terminologia legal se chama de “dívida odiosa”, ou seja, uma dívida que não é da responsabilidade das populações. Trata-se de um conceito da lei internacional criado pelos EUA e que remonta há mais de um século. Quando os EUA conquistaram Cuba, em 1898, não queriam pagar a enorme dívida que Cuba tinha em relação a Espanha. Então os EUA determinaram que a dívida não tinha sido contraída pelo povo cubano, mas pelos ditadores, os colonizadores. Portanto, a dívida foi considerada ilegítima e não teria de ser paga. Este é um conceito que tem sido aplicado uma série de vezes. Se olharmos para as dívidas de países como a Grécia, Portugal e Espanha, são contraídas por banqueiros, governantes e elites. As populações não têm nada a ver com isso e portanto não existe qualquer razão para pagarem”.

(In E, revista do Expresso, de 16 de Maio de 2015)

Por isso é que os países do Norte são ricos!

A Holanda vai cobrar diárias aos presos.

O Governo holandês, sabiamente, e a exemplo da Dinamarca e da Alemanha, vai impor aos seus presidiários o pagamento de 16 euros, por dia, para ficarem atrás das grades.
O projecto de lei deriva dos acordos entre os liberais de direita e social-democratas, e busca duas coisas: obrigar o criminoso a assumir o custo dos seus actos e poupar, concretamente 65 milhões de euros anuais, em despesas judiciais e policiais.

Na Holanda existem 29 presídios, sendo que, deste total, 8 foram fechados por falta de presos.

O Governo holandês diz que o detido é parte integrante da sociedade e que, se comete um delito, tem obrigação de contribuir com os gastos inerentes.
Aqui é o contrário.
Os presos não trabalham, são bem alimentados, tratados com direito a televisão, ginásios e todos os direitos hospitalares, sem taxas moderadoras, etc.,  e a família ainda recebe uma pensão.

Se um dia tal medida vier a ser aplicada entre nós, devemos ter em conta 3 regimes prisionais:
– o actual, para os pagantes;
– outro de menor qualidade, do género serviços mínimos, para os que, preguiçosos, argumentem não ter meios;
– finalmente, um que corresponda aos privilégios dos que no bem-bom, “sofrem” da privação de liberdade controlada por pulseira electrónica, esses devem pagar tanto como uma diária no Ritz.

Um regime do género, traria uma notável poupança, que deverá concorrer para eliminar injustiças sociais como as que incidem sobre os pensionistas; outra medida será pôr os detidos a trabalhar para o bem comum mediante remuneração, que lhes permita satisfazer os encargos de estar preso.

Não há dúvida, ainda temos muito que aprender com estes países
que são um exemplo de bom senso e sabedoria…